Tenho uma declaração e uma duvida, ambas bastante simples:
declaração:
"odeio, mas odeio mesmo, quando tenho o capacete integral na cabeça, baixo a cabeça e todas as forças do universo juntam-se para fazer com que uma gota de agua muito perto do ponto de congelação me cai na parte de trás do pescoço e escorre pelas costas! isto é capaz de acontecer até quando não há qualquer sinal de chuva!"
duvida:
"alguem me pode explicar porque é que em Portugal, o Wally é Wally e nos States o Wally é Waldo? porque não Joaquim, ou Francisco, ou Roberto? é que assim, o seu arqui-inimigo não tem o mesmo impacto cá, pois o Odlaw é uma especie de Waldo bizarro e não lhe alteraram o nome para Yllaw, o que alem de não fazer sentido, é estupido."
Tareco
ps. o Odlaw é aquele gajo nos livros do Wally que é exactamente igual ao Wally mas que deu uma carga de porrada no irmão Dalton mais alto e lhe roubou a roupa.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Word Salad
Não sei se será genético, mas eu sou uma pessoa que se confunde muito facilmente, o que me pode levar a trocar coisas distintas, principalmente no trabalho onde acertar com as moradas à primeira faz parte de ter ao fim do mês algum para as fraldas do miúdo... Ainda por cima quando troco as moradas entro em modo zombie e só dou por ela quando já estou do outro lado da cidade. Um exemplo é a Rua da Sardôa e a Rua do Sampão que são em cantos opostos da Gândara, ou até trocar a Quinta do Bispo com a Quinta da Alçada.
Este estado de confusão agrava-se principalmente quando tenho uma musica na cabeça. Se os homens só conseguem fazer uma tarefa de cada vez, às vezes tenho a sensação de que só consigo fazer meia tarefa de cada vez... aliás, a prova disso é fazer meias cadeiras em Eng Automóvel.
Anyway, a razão de me ter lembrado destas situações foi ter entrado para o hotel São Luís por uma porta que tinha aqueles sinais a dizer “Aberto” que se vira ao contrário e diz “Fechado”... até aqui nada de especial. O problema foi quando me vinha embora fiquei a 1 metro a olhar para a porta que dizia “Saída” e para o sinal que dizia “Fechado” virado para dentro e a unica coisa que pensei foi “bolas, a rua já fechou...”
Quando estendi o braço para empurrar a porta, ela não abriu e fiquei preocupado e afastei-me um bocado outra vez e fiquei parado uns 30 segundos a olhar para a maldita porta e afinal a por baixo tinha um sinal “Puxe” e lá abri a porta com um suspiro de alívio.
Mundo estranho para um Tareco palerma viver.
Este estado de confusão agrava-se principalmente quando tenho uma musica na cabeça. Se os homens só conseguem fazer uma tarefa de cada vez, às vezes tenho a sensação de que só consigo fazer meia tarefa de cada vez... aliás, a prova disso é fazer meias cadeiras em Eng Automóvel.
Anyway, a razão de me ter lembrado destas situações foi ter entrado para o hotel São Luís por uma porta que tinha aqueles sinais a dizer “Aberto” que se vira ao contrário e diz “Fechado”... até aqui nada de especial. O problema foi quando me vinha embora fiquei a 1 metro a olhar para a porta que dizia “Saída” e para o sinal que dizia “Fechado” virado para dentro e a unica coisa que pensei foi “bolas, a rua já fechou...”
Quando estendi o braço para empurrar a porta, ela não abriu e fiquei preocupado e afastei-me um bocado outra vez e fiquei parado uns 30 segundos a olhar para a maldita porta e afinal a por baixo tinha um sinal “Puxe” e lá abri a porta com um suspiro de alívio.
Mundo estranho para um Tareco palerma viver.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Teoria budista nº 2
Os telemóveis pertencem todos a uma antiga seita Kamikaze japonesa.
Apenas daí se deduz uma explicação para, de cada vez que estamos para ficar sem bateria, eles, refutando qualquer lógica, façam de tudo para gastar energia.
Estão constantemente a acender luzes, a fazer barulhos, a vibrarem, etc etc.
E eu pergunto-me mas quem é que são os engenheiros da Nokia? Queeeem? Mas alguém já lhes deu um telemóvel sem bateria para a mão? Alguém lhes explicou as bases da electricidade?
Não entendo.
Tareca
Apenas daí se deduz uma explicação para, de cada vez que estamos para ficar sem bateria, eles, refutando qualquer lógica, façam de tudo para gastar energia.
Estão constantemente a acender luzes, a fazer barulhos, a vibrarem, etc etc.
E eu pergunto-me mas quem é que são os engenheiros da Nokia? Queeeem? Mas alguém já lhes deu um telemóvel sem bateria para a mão? Alguém lhes explicou as bases da electricidade?
Não entendo.
Tareca
terça-feira, 16 de março de 2010
Teoria budista nº 1
Espremer uma borbulha é como ver o teu melhor amigo a levar no focinho.
Porquê?
Porque sabes que se não fizeres nada, a situação eventualmente passa....
...mas não resistes a meter-te lá no meio e a piorar o cenário para toda a gente.
Tareca.
Porquê?
Porque sabes que se não fizeres nada, a situação eventualmente passa....
...mas não resistes a meter-te lá no meio e a piorar o cenário para toda a gente.
Tareca.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Diário
«Querido diário,
hoje é dia 23 de novembro do 11 de 1997 e de manhã acordei fui ver televivisão e fui tomar o pequeno almoço, depois fui brincar com a Sara para casa da avó dela e brincámos aos supermercados, às professoras de inglês e às barbies, quando estávamos a brincar às barbies eu chateei-me com a Sara e fui para casa lanchar e não brinquei mais.
Gostei do dia!»
Eu já fui assim....?
Damn....
Tareca velhinha.
hoje é dia 23 de novembro do 11 de 1997 e de manhã acordei fui ver televivisão e fui tomar o pequeno almoço, depois fui brincar com a Sara para casa da avó dela e brincámos aos supermercados, às professoras de inglês e às barbies, quando estávamos a brincar às barbies eu chateei-me com a Sara e fui para casa lanchar e não brinquei mais.
Gostei do dia!»
Eu já fui assim....?
Damn....
Tareca velhinha.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Abertura fácil
Eu sei que não sou a única pessoa no mundo a achar que as embalagens de abertura fácil são o pior esquema vigarista que já apareceu à face da Terra. E aposto que surgiram para fazer com que uma pessoa se sinta estúpida: «Ah Ah! É uma embalagem de abertura fácil, e tu não consegues abri-la! Deves ser mesmo palerma!»
Mas é verdade!
Uma pessoa tem que abrir aquilo seguindo uma série de instruções e ordem, se não a abertura deixa de ser fácil e torna-se uma saga épica do género de tentar tirar a Excalibur do raio da pedra. É que se uma pessoa, por acaso, se distrai e abre aquilo pelo lado direito em vez de tentar abrir pelo lado esquerdo, aquilo dá barraca. E da grande! Porque a embalagem encarquilha-se toda, entra em safe mode, não sei, e fica tudo agarrado e é preciso recorrer a um sem fim de utensílios para tentar violar aquela abertura inviolável e corre mal, e com sorte ainda estragas o produto.
É que só consigo imaginar os gajos da empresa: «ah, e vamos criar uma embalagem de abertura fácil!», e o pessoal que desenvolve isso, como são mal pagos, decidem «Ah, pois vamos, mas há-de ser de uma abertura fácil só se eles fizerem o que a gente quer!». É quase chantagem. Ou obedecemos ou ficamos privados do produto para sempre.
Isto é quase uma seita.
E eu aposto, juro que aposto, que em cada pequena embalagem de abertura fácil há lá um canto onde eles instalam uma micro-câmara, e à noite juntam-se todos na casa de um deles e comem pipocas enquanto se riem com as figuras que o pessoal faz.
E riem-se.
Riem-se de forma maquiavélica porque aos poucos estão a dominar o mundo. A dominar o mundo com embalagens de abertura fácil.
Vai na volta até guardam os filmes e catalogam-nos segundo o tipo de reacções: o zangado, o frustrado, o possuído, o desastrado, o desistente...
...eles sabem...eles sabem...
E estão por todo o lado.
Tareca paranóica.
Mas é verdade!
Uma pessoa tem que abrir aquilo seguindo uma série de instruções e ordem, se não a abertura deixa de ser fácil e torna-se uma saga épica do género de tentar tirar a Excalibur do raio da pedra. É que se uma pessoa, por acaso, se distrai e abre aquilo pelo lado direito em vez de tentar abrir pelo lado esquerdo, aquilo dá barraca. E da grande! Porque a embalagem encarquilha-se toda, entra em safe mode, não sei, e fica tudo agarrado e é preciso recorrer a um sem fim de utensílios para tentar violar aquela abertura inviolável e corre mal, e com sorte ainda estragas o produto.
É que só consigo imaginar os gajos da empresa: «ah, e vamos criar uma embalagem de abertura fácil!», e o pessoal que desenvolve isso, como são mal pagos, decidem «Ah, pois vamos, mas há-de ser de uma abertura fácil só se eles fizerem o que a gente quer!». É quase chantagem. Ou obedecemos ou ficamos privados do produto para sempre.
Isto é quase uma seita.
E eu aposto, juro que aposto, que em cada pequena embalagem de abertura fácil há lá um canto onde eles instalam uma micro-câmara, e à noite juntam-se todos na casa de um deles e comem pipocas enquanto se riem com as figuras que o pessoal faz.
E riem-se.
Riem-se de forma maquiavélica porque aos poucos estão a dominar o mundo. A dominar o mundo com embalagens de abertura fácil.
Vai na volta até guardam os filmes e catalogam-nos segundo o tipo de reacções: o zangado, o frustrado, o possuído, o desastrado, o desistente...
...eles sabem...eles sabem...
E estão por todo o lado.
Tareca paranóica.
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